Depois de um (longo e não tão produtivo) fim de ano, cá estou eu.
Vamos fazer uma pequena viagem no tempo:
Dia quatro de janeiro, estava eu perambulando pelo MSN até que sobe a janelinha do Diogo (Macueidi) me oferecendo três novos sons da Superguidis que estavam fresquinhos.
Dois desses três já foram lançados no single "Não fosse o bom humor" – a música de mesmo nome e "Visão além do alcance", o single ainda vem com uma versão acústica de "Malevolosidade".

A outra música que me foi passada, que veio com o nome de "Roger Waters". Também já tinha "Nova_Completa" e "Aos Meus Amigos" as duas acústicas. Além das músicas que eles já vinham tocando em shows.
Ouvindo todas essas músicas uma coisa logo é notada: Crescimento musical. Não sou critico ou alguma coisa assim, mas é fácil notar as letras mais profundas, guitarradas crocantes do Lucas, a cozinha ainda mais bacana do Marco (batera) e Diogo (baixo) e vocais do Andrio ainda melhores.
Por favor, entenda crescimento como crescimento e não como "mudança total de gênero" embora alguns gringos queiram mixar as músicas pensando em NX Credo (motivo que atrasou ainda mais o terceiro álbum), os guris estão muito longe (e melhor) que isso.
Muitos dizem que é o segundo álbum que define a banda, eu discordo. A maioria dos segundos albuns vem com coisas que já existiam em demos ou foram deixadas de lado no primeiro. O terceiro é quase que sempre 100% novo, nesse caso dá até abertura para pianos e cordas, obviamente sem descaracterizar a banda mais famosa de Guaíba.
O terceiro álbum (possivelmente chamado de "Tolos Mudam") chega ainda esse ano.
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(Quero lembrar que escrevi esse post me isentando de parcialidade como fã da banda que sou. Pode não ser o meu maior post, mas é o com o maior titulo. YAY!)







